Shell parabeniza Petrobras por insistir 10 anos no Amapá

Revista Brasil Energia | ROG.e 2026

Shell parabeniza Petrobras por insistir 10 anos no Amapá

A petrolífera continua sem plano de explorar os quatro blocos que mantém na Margem Equatorial de Barreirinhas

Por Fernanda Nunes

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João Santos Rosa, presidente da Shell Brasil, participou de debate sobre campos gigantes em produção e lições aprendidas de implementação de projetos (Foto: Divulgação ROG.e)

O novo presidente da Shell no Brasil, João Santos Rosa, parabenizou a Petrobras por ter conseguido perfurar e encontrar óleo na Margem Equatorial da Bacia da Foz do Amazonas após 10 anos de tentativa. Segundo o executivo, a descoberta de óleo no poço de Morpho é fruto da competência técnica da empresa. 

Mais cedo, em sua palestra durante o evento ROG.e 2026, com Santos Rosa na plateia, a presidente da Petrobras afirmou que a Shell não levaria um ano para perfurar um único poço, como ela fez em Morpho. 

“É um primeiro poço de exploração, portanto, temos que dar tempo aos geólogos, às pessoas que realmente vão ter que estudar o reservatório, aos próximos poços que vão ser perfurados. Mas, obviamente, eu acho que é um curso importante não só para a Petrobras, mas para toda a indústria e espero que traga muito boas notícias ao Brasil”, destacou ele. 

Sobre a exploração de quatro blocos que a Shell mantém na Margem Equatorial da Bacia de Barreirinha, Santos Rosa disse que a empresa ainda vai aguardar para perfurar na região e que essa não é uma atividade prevista para acontecer em 2026 e 2027. 

“Continuamos a estudar as possibilidades de monetizar Barreirinhas como um potencial, mas, com os estudos que já fizemos, aquilo que sabemos hoje não é a altura certa para fazer esse tipo de coisa (perfurar na região)”, disse o presidente da Shell no Brasil.

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